Maldito Diário 😈

Olá me chamo Marcos Savagin, sim, este é o meu nome verdadeiro e tenho 22 anos. Comecei a praticar Retenção Seminal (Reter o sêmen visando conservar/transmutar energia) em 2019-2020.

Bom, já se passaram 3 anos do meu início nessa prática, meu recorde foi em torno de 140 dias por aí, poderia ficar horas e horas falando como minha vida foi mudada por apenas excluir 3 coisas dela:

  1. Pornografia
    (Abomine isso, sexo deve ser apenas meio de procriação)

  2. Ejacular
    (Se não for para gerar vida então não desperdice seu sêmen)

  3. Masturbar-se
    (Imagine você estar ao lado da pessoa que ama e eu te chamar de punheteiro, como se sentiria?)

Vou relatar meus dias aqui, não pretendo ficar me expondo nem motivando ninguém. Acredito que tudo na vida tem um porquê, um motivo por trás o meu é usar essa energia para enriquecer e se tornar um “macho ideal”. Modéstia parte já sou bem acima da média, porém não estou satisfeito.

Meus motivos são orgulhosos e vaidosos, mas são honestos, assim como será este Maldito Diário.

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Nesses últimos dias, venho passando por um período difícil, onde a minha motivação e vontade de realizar atividades é inexistente.

Parece que estou com algum tipo de depressão…

Sinto uma necessidade intensa de usar minha droga favorita, mesmo que isso custe qualquer coisa. São sintomas de abstinência + a sensação depressiva, isso tem nome, se chama Flatline, seja bem-vindo onde se separa os homens dos meninos…

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Opa , voltou mano perdeu o outro diário ?

Dia bom, dia bom. Estou assistindo o podcast dos Irmão Dias, eles convidaram o João Apolinário (Capa de revista da Forbes ali em cima) para quem não conhece, ele é só bilionário e dono da Polishop, sério ele é minha maior inspiração empreendedora.

Podem dizer que somos a geração mais fraca de homens, porém podemos ser facilmente a mais sabia, imagine ter acesso direto ao Senhor João Apolinário, ter seu conhecimento adquirido ao decorrer dos anos, parte disso dessecado em perguntas em um video gratuito do YouTube. Sério, as pessoas deveriam valorizar essas coisas.

Falando em valor, hoje passei o dia com minha família, foram bons momentos, que trazem tranquilidade e paz mental, poderiam ser eternos.

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Venho estudando sobre marketing digital tem alguns meses , bolando um monte de coisa mais o medo de errar o medo da falha me faz recua , minha mente sempre fica “tá faltando algo vc não está pronto ainda” :triumph: paciência tenho que por na prática minhas ideias ( que na minha opinião são boas ) .


Confesso não foi uma decisão fácil (resetar o contador) mas nesse últimos 2 dias venho me testando, praticando edging
até de madrugada, dormindo muito pouco, acordado extremamente cansado e prejudicando pessoas que precisam do meu eu forte, daquele que não tem vícios e pode mover montanhas com sua força de vontade.

Nesses dias em que pratiquei edging, é como se eu estivesse brincando de roleta russa, adiando o inevitável, após cada seção apenas sobrevivi por sorte, talvez, alguém ache que estou falando besteira ou exagerando, todavia nosso semem é uma das únicas coisas que a ciência não consegue fabricar. E seria ainda mais atormentado se eu tivesse ejaculado enquanto brinquei com minha própria sorte.

Em 03 de dezembro de 1992 a New York Times publicou uma pesquisa cientifica, um estudo que comprovou a visão taoista sobre o preço que o esperma cobra do corpo do homem, o Doutor Van Voorhies que conduziu o experimento achou aquilo tão ilógico que refez o experimento quatro vezes, Ele usou vermes (nematoides) que seus genes e processos bioquímicos se assemelham ao do homem, mamíferos, em geral. Em seu estudo ele separou os vermes em três grupos, porém eu quero dar ênfase em apenas dois deles.

  1. O primeiro grupo de vermes foi autorizado a acasalar à vontade, o que exigia
    produção frequente de esperma. Em média, esses vermes viveram apenas 8,1 dias. (nematoides, em geral, não vivem
    por muito tempo.)

  2. O segundo grupo de vermes não teve permissão para acasalar. Esses, digamos, vermes viveram uma
    média de 11,1 dias, um aumento de 37% na vida útil.

O New York Times concluiu:
"O novo trabalho sugere que a produção incessante de esperma cobra seu preço em um homem, talvez exigindo o uso de enzimas complexas ou processos bioquímicos que possuem subprodutos metabólicos nocivos.
Ao ponto de sugerir que a diferença no tempo de vida entre homens e mulheres pode estar ligada à produção de esperma. As mulheres vivem em média cerca de seis anos a mais que os homens."

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Não é fácil zera o contador eu sei a dor que é .